PEP dirigido a utentes da Comunidade Vida e Paz

Com início no dia 24 de Novembro, concluiu-se no dia 8 de Fevereiro (2017) o 1.º PEP dirigido aos utentes da Comunidade, tendo este sido facilitado pelos conselheiros Isabel Bravo e Rodolfo Macedo Dias.

Algumas respostas à pergunta, “Considera que o PEP é significativo na sua vida?”:

“Sim, claro. De algum modo deu-me mais confiança, porque de alguma maneira sei que tenho um bocado de paz no meu coração. Acho que todos nós temos um pouco de paz em nós. Sei que naquela hora estava em paz comigo, na altura das palestras. Fazia-me recordar um pouco da paz que tenho no meu coração”; “Sim, a nível das relações humanas e/ou interpessoais, a nível da sociedade, enfim, a vários níveis. Terei o programa sempre presente na minha forma de existir”;”É um passo que estou a dar para mostrar que a Paz começa com cada um de nós , e sem as diferenças, e está dentro do meu coração e começa dentro de mim”; “Penso que sim, estes programas deviam ser mais divulgados, porque há muita gente a precisar de parar para pensar”;  “Que a paz é possível, que pode ser conquistada, dependendo apenas de nós próprios”.

No final do programa os alunos receberam um certificado e, em muitos casos, este terá sido o 1.º certificado de um curso concluído. Parabéns a todos.

Conclusão do PEP dos conselheiros da Quinta da Tomada – Comunidade Vida e Paz

No dia 4 de Novembro foi concluído o primeiro Programa de Educação para a Paz dirigido aos conselheiros da Quinta da Tomada, na Venda do Pinheiro, da Comunidade Vida e Paz.

Alguns dos comentários à pergunta “O que retirou do PEP?”:

“Maior reconhecimento dos meus recursos interiores e a importância da escolha no uso dos mesmos”; “Aprofundamento e reflexão de pequenos ensinamentos fundamentais no meu quotidiano”; “A semente da paz individual pode realmente influenciar o que nos rodeia”; “Menos é mais. Por vezes complicamos e atribuimos responsabilidade pelo nosso bem-estar a terceiros, quando a agência de regulação emocional é nossa”; “Sobretudo que a Paz reside em nós e que podemos ir ao seu encontro,”

Até ao final do mês terá início um novo PEP, dirigido aos utentes e que será facilitado por dois conselheiros da Comunidade Vida e Paz.

 

Programa de Educação para a Paz / Cidadãos Séniores

A promoção da saúde, do bem-estar e da paz cobre todas as idades. Para conhecermos melhor a realidade dos cidadãos séniores e para contactar eventuais parceiros para a implementação do “Programa de Educação para a Paz” (PEP) da Fundação Prem Rawat, participámos no dia 11 de Fevereiro na Conferência “Novos Desafios do Empreendedorismo Sénior”, promovida pela DNA Cascais, na qual destacamos a intervenção da Prof. Virgínia Trigo, bem como a do Prof. Luís Jacob, Presidente da RUTIS – Associação Rede de Universidades da Terceira Idade.

Declaração Compromisso para a Paz – Câmaras Municipais

A InterViver subscreveu no dia 30 de Janeiro de 2015 a Declaração de Bruxelas, Compromisso para a Paz.

Cascais tinha sido a primeira Câmara Municipal do país a subscrever a declaração, a 21 de Setembro de 2014, no dia Internacional da Paz.

A Câmara de Oeiras subscreveu a declaração a 2 de Dezembro de 2014.

Por fim, a Câmara de Odivelas subscreveu a declaração a 9 de Setembro de 2015.

 

Estamos em contacto com outras Câmaras com vista a promover a adesão à Declaração de Bruxelas, Compromisso para a Paz.

 

Educação para a Saúde, para o Bem-estar e para a Paz

A educação para a Saúde, para o Bem-Estar e para a Paz é uma área em que, apesar de alguns esforços concertados, sobretudo na promoção da saúde, existe um universo de coisas por fazer, um espaço imenso para o exercício da cidadania e da participação cívica.

Não existe saúde, sem bem-estar, tal como não existe bem-estar sem sustentabilidade, e nada disto é possível sem paz.

A cidadania (do latim civitas, cidade) corresponde à prática dos direitos e dos deveres de um pessoa num Estado. Tristemente, tornou-se corriqueira a ocorrência de uma sobrevalorização dos direitos e uma visão minimalista dos deveres, que em muitos casos se reduz à obrigação de votar, e, de forma surpreendente, nem a isso.

Não é possível ao cidadão que pretenda manter uma participação cívica acorrer a todos os fogos ao mesmo tempo, mas existem áreas nas quais é possível concliar e congregar esforços com outros cidadãos.

A ideia por trás da associação InterViver desenvolveu-se num grupo de pais ligados à Federação das Associações de Pais do Concelho de Cascais (FAP Cascais) e aos projectos desenvolvidos pela FAP, em colaboração com diversos parceiros, na área da prevenção das toxicodependências (Pontos de Escuta) e da formação parental (Coisas de Todos Nós).

A relação com as escolas. com os professores, com psicólogos, com diversas instituições, levou um grupo de pessoas, mesmo já fora do contexto da FAP Cascais, mas ainda em ligação com esta, apesar de num contexto não concelhio, a desenvolver um projecto de intervenção cívica na área da educação para a saúde, do bem-estar e da paz.

A 18 de  Setembro de 2014, reunimos 16 pessoas na nossa Assembleia Constituinte, na qual foram aprovados os estatutos da Associação e nomeados os respectivos corpos socais.

No dia 7 de Novembro do mesmo ano realizou-se a escritura de constituição da Associação.

Desde então temos vindo a trabalhar diversos projectos que iremos detalhar em posts subsequentes.